“O jovem Espírita na transição Planetária”. Este será o tema do “XXII Encontro de Mocidades Espíritas de Rondônia” marcado para os dias 14 e 16 de fevereiro de 2015. Para participar será necessário fazer a inscrição. A organização é da Federação Espírita de Rondônia. Outras informações: www.fero.org.br
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
POR QUE A REENCARNAÇÃO PASSOU A SER CONDENADA PELA IGREJA CATÓLICA?
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O Concílio de Constantinopla – 553 D.C
Até meados do século VI, todo o Cristianismo aceitava a Reencarnação que a cultura religiosa oriental já proclamava, milênios antes da era cristã, como fato incontestável, norteador dos princípios da Justiça Divina, que sempre dá oportunidade ao homem para rever seus erros e recomeçar o trabalho de sua regeneração, em nova existência.
Aconteceu, porém, que o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para atender exigências do Império Bizantino, resolveu abolir tal convicção, cientificamente justificada, substituindo-a pela ressurreição, que contraria todos os princípios da ciência, pois admite a volta do ser, por ocasião de um suposto juízo final, no mesmo corpo já desintegrado em todos os seus elementos constitutivos.
É que Teodora, esposa do famoso Imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia retornar ao mundo, na pele de uma escrava negra e, por isso, desencadeou uma forte pressão sobre o papa da época, Virgílio, que subira ao poder através da criminosa intervenção do general Belisário, para quem os desejos de Teodora eram lei.
E assim, o Concílio realizado em Constantinopla, no ano de 553 D.C, resolveu rejeitar todo o pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores Teólogos que a Humanidade tem conhecimento. As decisões do Concílio condenaram, inclusive, a reencarnação admitida pelo próprio Cristo, em várias passagens do Evangelho, sobretudo quando identificou em João Batista o Espírito do profeta Elias, falecido séculos antes, e que deveria voltar como precursor do Messias (Mateus 11:14 e Malaquias 4:5).
Agindo dessa maneira, como se fosse soberana em suas decisões, a assembléia dos bispos, reunidos no Segundo Concílio de Constantinopla, houve por bem afirmar que reencarnação não existe, tal como aconteceu na reunião dos vaga-lumes, conforme narração do ilustre filósofo e pensador cristão, Huberto Rohden, em seu livro ” Alegorias “, segundo a qual, os pirilampos aclamaram a seguinte sentença, ditada por seu Chefe D. Sapiêncio, em suntuoso trono dentro da mata, na calada da noite: ” Não há nada mais luminoso que nossos faróis, por isso não passa de mentira essa história da existência do Sol, inventada pelos que pretendem diminuir o nosso valor fosforescente “.
E os vaga-lumes dizendo amém, amém, ao supremo chefe, continuaram a vagar nas trevas, com suas luzinhas mortiças e talvez pensando – “se havia a tal coisa chamada Sol, deve agora ter morrido”. É o que deve ter acontecido com Teodora: ao invés de fazer sua reforma íntima e praticar o bem para merecer um melhor destino no futuro, preferiu continuar na ilusão de se poder fugir da verdade, só porque esta fora contestada pelos deuses do Olimpo, reunidos em majestoso conclave.
Vivaldo J. de Araújo é Professor e Procurador de Justiça do Estado de Goiás.
terça-feira, 27 de maio de 2014
Mensagem Mediúnica de dona Modesta para as Mães
Mensagem Mediúnica de dona Modesta para as Mães
Queridas mães, Jesus seja conosco.
Eu reconheço a dor que machuca o coração de uma mãe que teve que devolver seu filho a Deus e, aproximando-se o dia em que as homenagens na Terra são um louvor à maternidade, venho trazer uma notícia de esperança e amor a vocês que foram chamadas a entregar seus filhos aos braços da morte.
Nenhum de seus filhos, mesmo os que aqui chegaram pelos caminhos da imprudência e do abuso, deixam de ser amparados e socorridos. Não existe orfandade no mundo espiritual. Até aqueles que infelizmente sucumbiram aos domínios da maldade e da desorientação, encontram almas que estendem mãos e carinho, alívio e amparo. Todos eles são adotados pelo amor das famílias espirituais que sempre velam pelos entes amados que partiram.
Aqui no mundo espiritual, nas frentes de serviço junto ao Hospital Esperança, nos dias que antecedem ao dia das mães, são feitas homenagens pelos filhos a vocês que ficaram no mundo físico. Aqueles que ainda não puderam visitar suas mãezinhas escrevem cartas de saudade e elas são lidas em público, e comentadas pelos mensageiros do bem que trabalham para que a aliança entre os corações que se amam jamais se desfaçam e possam ser alimentadas pela gratidão e pela alegria.
Quando seus filhos, pelas várias razões, não podem ainda vos visitar, vocês são trazidas até eles em espírito aqui no Hospital, desdobradas pelo sono, para que a saudade possa ser amenizada em encontros de afeto e ternura. Nessa ocasião, vocês leem juntos as linhas de afetividade e calor humano escrita por seus filhos.
Nas cartas que eles escrevem são orientados a falar de amor e dos sentimentos nobres em relação às suas mães. São páginas repletas de palavras enternecedoras que fortalecem a vontade de viver, e lhes servem de terapia de consolo e motivação para a continuidade da caminhada na vida imortal.
Eu sei que muitas mães adorariam receber uma carta dessas com notícias de seus filhos e nas quais pudessem ter o alívio de saber que eles continuam bem e amparados, entretanto, porque não fazer ao contrário? Eles também adorariam ler suas palavras e ter notícias que lhes pudesse adicionar ainda mais coragem e vontade de viver. Eles também sentem saudades… Eles não deixaram de amá-las…
Para aquelas mães que sentem prontas a tal iniciativa, vou orientar como devem proceder. Escrevam um pequeno texto falando aos seus filhos amados como se sentem e como se preocupam com eles, mas adicione ao seu carinho e saudade um presente de amor a eles falando também que aceitam a distância como um convite da vida para que os seus destinos se enriqueçam. A carta aos seus filhos, a exemplo do que acontece com as missivas que eles escrevem por aqui, terá uma ação terapêutica.
Pegue sua cartinha na noite anterior ao dia das mães e coloque-a aberta ao lado de uma foto de seu filho. Pense em Maria, a mãe bendita de todos nós, e faça uma oração agradecendo pela oportunidade de poder acreditar na vida além da morte. Ore e faça mentalmente um gesto no qual você está entregando a correspondência a seu filho amado e vá repousar. Sua carta será entregue e sua dor da partida será amenizada. Comemore o dia das mães com esse presente, guardando a certeza de que a vida continua e que de a morte nunca separa quem ama e nem é capaz de retirar a alegria de viver entre os que se amam eternamente.
Eu, Maria Modesto Cravo, como mãe e amante do bem, vou ouvir suas preces e encaminhar aos seus filhos o seu tributo de mãe em louvor da luz e da esperança que devem reinar entre nós.
Que Jesus vos inspire e acolha.
Mensagem psicografada na madrugada de 03/05/14, em Belo Horizonte, pelo médium Wanderley Oliveira.
domingo, 2 de março de 2014
Emmanuel nos fala sobre o Carnaval
Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização.Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras.Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloquente atestado de sua miséria moral.EmmanuelPsicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier em Julho de 1939 / Revista Internacional de Espiritismo, Janeiro de 2001.
sábado, 4 de janeiro de 2014
FESTAS JUNINAS E VENDA DE BEBIDAS ALCOÓLICAS PELAS CASAS ESPÍRITAS

Tenho conversado com confrades de toda parte sobre a realização de festas juninas e semelhantes pelas Casas Espíritas, com venda de bebida alcoólica. Perguntam-me o que penso de uma e de outra, como vejo a questão.
Inicialmente, as festas juninas. Realizadas com o fim de integrar os trabalhadores e angariar fundos para construções, têm se multiplicado, tornando-se tradicionais em alguns grupos. Tal como elas, jantares italianos, feijoadas, cafés da manhã e semelhantes.
Particularmente, nada contra. Penso que, como todo movimento filosófico e religioso, o Movimento Espírita também sofre influência dos elementos culturais de cada região. É natural que as referências pessoais e coletivas determinem a assimilação de costumes e sua incorporação saudável aos hábitos de certos grupos espíritas.
Assim, jantares comemorativos, almoços confraternativos, eventos para angariar recursos, haja vista que as Casas Espíritas têm contas a pagar, são naturais e devem ser mantidos dentro dos padrões de bom comportamento, boa organização e bom senso, para não estimular a sensualidade, a glutonaria e os excessos de todo tipo.
Entretanto, é preciso boa reflexão sobre a venda de bebidas alcoólicas nessas ocasiões. Temos assistido ao grande estrago que o vício do álcool tem ocasionado a pessoas e famílias. A própria legislação de trânsito, atenta a isto, tem intensificado o rigor no combate ao uso de álcool na direção de veículos automotores.
Pessoas, cada vez mais dependentes, utilizam-se do álcool como fuga da realidade, mergulham nas drogas mais pesadas estimuladas pelo seu uso, adoecem física e espiritualmente e comprometem a própria existência em sua razão.
As reuniões mediúnicas, laboratório de almas que são, assistem à manifestação de alcoolistas desencarnados que acusam o grande estragam que o vício causou em suas existências, concitando-nos à temperança, à vigilância.
Será certo que nós, como espíritas, estimulemos o seu consumo, a ponto de vender bebidas alcoólicas em nossas comemorações? Será que os fins – arrecadação de fundos – justificam os meios – estímulo à viciação? Estaremos, de fato, atendendo aos desígnios superiores que o Espiritismo encerra?
Que cada um tem o direito de querer beber, e na quantidade que quiser, isso não se nega. O livre-arbítrio está aí e não devemos ser sensores do comportamento alheio. Contudo, não devemos ocupar o papel espúrio daqueles que exploram as misérias alheias, locupletando-nos com os vícios que alimentam. Se nos convier fazê-lo, também o foi para os católicos que, na Idade Média, venderam um pedaço do Céu, como ainda o é para certos grupos, que vendem a felicidade em seus arraias religiosos, sob diversas formas.
A proposta espírita é consolar e esclarecer, nunca estimular o erro ou perpetrá-lo. Cuidemos de nossos grupamentos espíritas e de suas realizações, frente às graves responsabilidades que assumimos perante a nossa própria consciência.
Não nos transformemos em vendilhões do templo, pois correremos o risco de ser recebidos, pelo Cristo, não de braços abertos, mas de chicote em punho, na qualidade de hipócritas.
Conhecemos uma verdade que escapa à grande maioria das pessoas – a imortalidade da alma – e devemos libertá-las, como propõe Jesus, quando recomenda o conhecimento da verdade como instrumento de libertação. Ou deveremos aprisioná-las, explorando seus vícios e limitações sob o discurso de que é preciso “fazer dinheiro”, a todo custo, para promover o Bem?
Pedro Camilo
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Mesmo que não seja espírita, o caro leitor já deve ter ouvido falar de Divaldo Franco, orador, médium e divulgador do Espiritismo. Bem como na obra assistencial Mansão do Caminho. A Mansão do Caminho e o Centro Espírita Caminho da Redenção foram fundados por Divaldo e por Nilson de Souza Pereira.
Como o Espiritismo não é profissão, Divaldo foi professor e funcionário público, e Nilson foi bancário, telegrafista do Ministério da Marinha e funcionário da Empresa de Correios e Telégrafos. Quando chegou a idade da reforma (aposentadoria, no Brasil), passaram a dedicar-se a tempo inteiro ao trabalho espírita. Divaldo foi e é o comunicador por excelência, e Nilson foi o organizador, o homem de bastidores da obra conjunta dos dois amigos.
A 21 de Novembro de 2013, o Tio Nilson partiu para a Pátria Espiritual. Graças à misericórdia divina, somos agora brindados com uma comunicação do exemplar trabalhador do Bem.
Mensagem psicofónica de Nilson de Souza Pereira, 30/12/2013, pelo médium Divaldo Pereira Franco
VITÓRIA DA VIDAMeus irmãos: Sou eu quem volta sob a proteção d...a Divina Misericórdia. A vida triunfa sobre a morte, e, há 40 dias desde o momento final no corpo, o amor incondicional do Pai prossegue socorrendo-me de modo que neste momento eu possa dizer com o coração túmido de saudade mas com o Espírito exultante: estou vivo! Tenho orado com fervor aguardando este momento de reencontro para agradecer a Deus a felicidade incomparável da longa existência aureolada de bênçãos que reconheço não merecer. Nossa Benfeitora trouxe-me hoje, às vésperas do encerramento do ano, para agradecer tudo quanto recebi durante a existência e, particularmente, nos dois últimos anos de impedimento e de limitação. De alma ajoelhada agradeço o devotamento, o respeito, o carinho de que fui objeto, mais especialmente a vigília dos filhos, de Gerulina, das cuidadoras e a paciência dos irmãos da Casa Grande, que não se enfastiaram com o meu demorado processo de libertação. Agradeço as homenagens que me foram oferecidas, as condolências, as lembranças, todo este colar de bondosas referências que não condizem com a minha existência humilde, sempre em plano secundário, de trabalhador braçal que sempre me considerei... Desejo registrar as emoções profundas, falar das alegrias incontáveis do reencontro com os seres queridos, alguns dos quais de saudosas recordações. Agradeço a todos que não me atrevo a nomear, que usaram de misericórdia para com o velho amigo causador de problemas... Que me perdoem os erros que não pude superar, as imperfeições que não consegui corrigir e a pequenez que não pude transformar em grandeza moral. Comovo-me com as saudades daqueles que me amam e suplico que sejam felizes. Suplico a Deus que transforme nossa Casa de amor num santuário de misericórdia, porque tudo passa mas o amor permanece. Ninguém nunca se arrependerá por ter agido com misericórdia, compaixão e amor. Que o nosso ninho de esperança permaneça como o lar dos que não têm abrigo, a estância, última que seja, para o repouso, na certeza de que, aqui entre nós de ambos os lados, Jesus estará de braços abertos dizendo com suavidade: Vem, meu filho, este lar é teu! Perdoem-me as emoções. É a primeira experiência. Embora preparando-me para este momento, a mente desatrela o corcel das lembranças, das saudades, da gratidão... Eu suplico que as preces continuem envolvendo-me para que eu possa corresponder às expectativas dos corações que me amam. Paz e misericórdia, gratidão profunda e súplica em favor de todos os que sofrem. O velho companheiro agradecido, Nilson(Mensagem psicofónica pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica do Centro Espírita Caminho da Redenção, na noite de 30 de Dezembro de 2013, em Salvador, Bahia.)
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
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No dia 19, portanto, passando o dia na progressiva Rio Preto, às 17h com a família Eurípedes Silva, Miguel e Terezinha de Jesus Sardano, viajaram a Catanduva, onde estava programado para uma conferência no Clube Social da Cidade, que recebeu 2.500 pessoas para o ouvir. Divaldo visita Catanduva desde o mês de maio de 1954, devendo completar 60 anos de ininterruptas viagens a essa cidade no próximo ano de 2014, realizando intensa e brilhante divulgação do Espiritismo por toda a região. Sob a direção do nosso confrade Roberto Cacciari a reunião teve início com a apresentação do extraordinário cantor Roberto Oliva, que apresentou de maneira invulgar músicas sacras e populares, oferecendo a Divaldo uma lindíssima canção francesa. Após o miniconcerto, Cacciari proferiu a prece de abertura e passou a palavra a Miguel de Jesus que apresentou Divaldo e dedicou a conferência a Nilson de Souza Pereira, naquele momento em processo de desencarnação na cidade do Salvador, distante fisicamente do amigo querido, ao lado de quem, por 68 anos ininterruptos, trabalhou pela construção, direção e vivência na Mansão do Caminho, a veneranda obra de amor e iluminação de consciências pela educação, que ambos edificaram. Divaldo fez uma incomum abordagem do Tema da Psicologia do Perdão, narrando parte da autobiografia de Simon Wiesenthal, no campo de Concentração de Auschwitz, na Polônia. A história dramática, que referiu-se a uma confissão, à hora da morte, de um jovem das tropas de extermínio SS, é extraordinariamente comovedora, levando o ilustre conferencista e médium baiano a perguntar ao auditório: ― Você perdoaria? Desdobrou a temática do perdão em várias facetas: religiosa, sociológica, psicológica e espírita, discutindo pontos delicados da educação moderna da família e das fugas dos pais e dos educadores do lar, tornando-se fornecedores de coisas, para não se darem aos filhos e educandos, que os aguardam e para os quais se reencarnaram. Divaldo prolongou o tema com uma narrativa muito sensibilizadora, a respeito do Bombeiro Bill, de Los Angeles, levando o auditório às lágrimas, assim como os comentários sobre a entrevistadora de TV canadense, que renunciou a ganhar milhões de dólares em seu país, a fim de atender a filha que lhe perguntou um dia: - Mamãe por que a senhora ri tanto na televisão e nunca em casa? Ao que ela respondeu: ― Porque na televisão eu ganho para sorrir... Então, a filhinha de cinco anos, indagou-lhe: - E quanto você quer ganhar para sorrir um pouco em casa para mim? Depois de 75 minutos foi encerrada a magna conferência com aplauso demorado e vibrante dos assistentes. Fotos e texto: Sandra Patrocinio
(Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)
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