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domingo, 9 de dezembro de 2012
Raul Teixeira, um homem no mundo
domingo, 11 de novembro de 2012
REVERENCIANDO KARDEC
REVERENCIANDO
KARDEC
Pelo Espírito Emmanuel.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro “Doutrina de Luz”.
Lição nº 07. Página 35.
Antes de Kardec, embora não
nos faltasse a crença em Jesus, vivíamos na Terra atribulados por flagelos da
mente, quais os que expomos
- o combate recíproco e
incessante entre os discípulos do Evangelho
- o cárcere das
interpretações literais
- o espírito de
seita
- a intransigência
delituosa
- o obsessão sem
remédio
- o anátema nas áreas da
filosofia e da ciência
- o cativeiro aos
rituais
- a dependência quase
absoluta dos templos de pedra para as tarefas da edificação íntima
- a preocupação de hegemonia
religiosa
- a tirania do medo, ante as
sombrias perspectivas do além-túmulo;
- o pavor da morte, por
suposto fim da vida
Depois de Kardec, porém, com
a fé raciocinada nos ensinamentos de Jesus, o mundo encontra no Espiritismo
Evangélico benefícios incalculáveis, como sejam
- a libertação das
consciências
- a luz para o caminho
espiritual
- a dignificação do serviço
ao próximo
- o
discernimento
- o livre acesso ao estudo da
lei de causa e efeito, com a reencarnação explicando as origens do sofrimento e
as desigualdades sociais
- o esclarecimento da
mediunidade e a cura dos processos obsessivos
- a certeza da vida após a
morte;
- o intercâmbio com os entes queridos
domiciliados no Além
- a seara da
esperança
- o clima da verdadeira
compreensão humana
- o lar da fraternidade entre
todas as criaturas
- a escola do Conhecimento
Superior, desvendando as trilhas da evolução e a multiplicidade das “moradas”
nos domínios do Universo
Jesus – o amor
Kardec – o
raciocínio
Jesus – o Mestre
Kardec – o
Apóstolo.
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ESPIRITISMO
PRATICADO
Pelo Espírito Emmanuel.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Livro “Nosso Livro”. Lição nº
36; Página 85.
Irmãos, recordando Allan
Kardec, na prática espiritista, lembremo-nos de que, no Espiritismo praticado, é
necessário
- Colocar os interesses
divinos acima dos caprichos humanos.
- Negar-se a si mesmo, tomar
a cruz da elevação e seguir com o Senhor.
- Reformar-se em Cristo, antes de
reclamar a reforma dos outros.
- Exemplificar o bem, antes
de ensiná-lo.
- Servir sem propósitos de
recompensa
- Consolar, antes de procurar
consolações
- Amar sem
exigências
- Usar os bens do Pai, sem os
desvarios da posse
- Compreender, antes de
reclamar compreensão alheia
- Agradecer, antes de
pedir
- Confiar sem
angústias
- Cumprir todos os deveres da
cooperação, sem as trevas da incompreensão e da queixa
Jesus é o Caminho, Verdade e
Vida
Kardec é Trabalho,
Solidariedade e Tolerância
O Caminho da realização não
dispensa o trabalho
O templo da Verdade não
exclui a solidariedade legítima
A Vida eterna pede a luz da
tolerância construtiva
O Espiritismo em seu tríplice
aspecto, científico, filosófico, religioso, é movimento libertador das
consciências, mas só o Espiritismo praticado liberta a consciência de cada
um
Lembrando o grande
Missionário, não vos esqueçais de que o Espiritismo prático pode ser o
Espiritismo do eu e que só o Espiritismo praticado é o Espiritismo de
Deus.
domingo, 28 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Respondendo e Esclarecendo sobre a Prece
A prece deve ser dirigida a Jesus Cristo ou a Deus?
A prece, quando é anseio legítimo e impulso profundo da alma, vence as resistências naturais do envolvimento fluídico do globo e ascende a esferas altas, o quanto alcance, onde é recebida e analisada; e o atendimento se dará conforme o mérito e quando for julgado justo e não inconveniente ao progresso espiritual do solicitante; mas em todos os casos, sempre exite uma grande margem para a manifestação da misericórdia divina em benefício do necessitado.Não importa, portanto, que seja dirigida a Deus, ou a deuses ou santos de outros credos.
Qual a diferença ente oração e prece?
Doutrinariamente há diferença entre oração e prece. A oração, entendida como prece pode, também ser uma prédica, um discurso, enquanto que prece é sempre uma ligação espiritual com o Alto ou com benfeitores espirituais.Vibrações e preces são a mesma coisa?
Vibração, como doutrinariamente se define, é um ato mental e sentimental conjugados: o Espírito encarnado, pela ação da vontade, emite, através da mente, ondulações energéticas para benefício de determinada pessoa necessitada, em presença ou a distância. Nos casos de cura, por exemplo, a emissão é para socorrer doentes e necessitados em geral e, se for feita com amor e desejo firme de obter os resultados esperados, as ondulações vibratórias terão muito maior intensidade e os efeitos serão muito mais positivos.Para isso, o Espírito doador movimenta os sentimentos que atingem o alvo na forma de calor e luminosidade, sendo os melhores possíveis, os resultados do atendimento.
Não confundir, porém, esse tipo de vibração com outra, material, mecânica como, por exemplo, a de uma cordea de violão que se distende e depois se solta fazendo vibrar o ar ambiente, produzindo som mais alto ou agudo, segundo a amplitude da distensão e a rapidez das oscilações da corda ao voltar a seu ponto de estabilidade anterior.
E quanto à prece, esta é também uma projeção mental e ao mesmo tempo um arroubo da alma, expressando um desejo, ou uma súplica que se dirige a poderes espirituais mais elevados e que, conforme sua intensidade e pureza, atinge regiões mais altas ou menos altas, na subida para sua meta.
Se a prece for simplesmente mecânica e não tiver vibração sentimental que baste, não conseguirá romper a massa escura e densa da atmosfera, não atingirá o alvo visado e não produzirá os efeitos que desejamos alcançar.
A Doutrina Espírita proíbe ajoelhar-se ao fazer prece?
Não há proibição mas, para fazer preces é indiferente a posição que se toma, os gestos que se fazem, porque a prece é um ato psíquico mental, não material.Qual o valor das preces mortuárias?
Como o Espiritismo não tem ritos nem cerimônias, para a despedidad daqueles que se retiram da vida terrena, bastariam as vibrações e as preces em comum, caso desejem que sejam feitas. Mas estas terão valor muito relativo, porque o que vai ser de utilidade maior àquele que desencarne será a conduta que teve, os atos que praticou, a pureza dos sentimentos, não sendo necessário nem cabível a espíritas solicitar cerimônias mortuárias de outra religião, a não ser que desconheçam a Doutrina, ou sejam simples aderentes de superfície.Que se pode tirar de utilidade em se fazer concentrações demoradas e preces mil vezes repetidas, mas em nada se vê alterar o procedimento?
Deus está em tudo, como um alento de vida, como o perfume em uma flor; tudo vê, tudo sente e tudo sabe. Nós somos uma partícula de Deus evoluindo na matéria e se, em nossas concentrações e preces, conseguirmos sintonizar com Ele, passaremos também a sentir e ver e saber muito mais além da nossa cegueira natural de seres encarnados e retardados.
A busca de Deus e a aproximação com Ele por meio da concentração e da prece, fugindo às neuroses e às maldades do mundo, somente nos engrandecem espiritualmente se formos sinceros, humildes e suficientemente penetrantes.
Tanto mais os seres humanos sintonizam com Deus, tanto mais capazes se tornarão de traduzir as Suas leis e interpretá-las aos semelhantes, agindo como mensageiros Seus, porta-vozes Seus.
Outra coisa a esclarecer é que a maior parte das preces visa pedir benefícios pessoais, ao invés de ter em vista sobretudo a comunhão com Ele e com nossos semelhantes em sentido universal.
E muitos fazem suas preces sem primeiramente limparem seu coração de suas maldades e suas mentes de seus pensamentos inferiores, muitas vezes maléficos ou egoístas. Que benefício esperam assim obter?
Edgard Armond, Respondendo e Esclarecendo – Editora Aliança
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Por que reencarnamos?
Segundo o Espiritismo, na medida em que vamos conhecendo o estudo sobre a vida, aprendemos mais sobre a criação do espírito, as existências, os planetas e as condições de abrigo e sustentação para o crescimento moral de todo aquele que evolui de acordo com o próprio esforço e ação no bem.
Estudiosos da Doutrina Espírita ainda afirmam que a reencarnação do espírito se dá por meio de uma necessidade natural, em que após um período na erraticidade, ou seja, no plano espiritual, o espírito reencarnante se submete a novas experiências no plano físico, a fim de aprimorar o aprendizado do amor universal entre pessoas e situações para fortalece-lo no alcance deste objetivo.
Espíritas e espiritualistas revelam que Deus nos concede o esquecimento das vidas passadas para evitarmos conflitos indesejáveis, como por exemplo as acusações, fracassos e frustrações das quais passamos e que nos perseguiriam por todo o período reencarnatório com aqueles a quem prejudicamos, ou por quem fomos prejudicados de uma forma direta ou indireta.
Na obra "O Livro dos Espíritos" de Allan Kardec, capítulo VII – Retorno à vida corporal – Esquecimento do passado, encontramos mais esclarecimentos sobre a questão do esquecimento de vidas passadas na pergunta 393: “Como pode o Homem ser responsável por atos e resgatar faltas dos quais não se recorda? – Seria concebível que as tribulações da vida fossem para ele uma lição, desde que não se recorda, cada existência é para ele como se fosse a primeira, e é assim que ele está sempre a recomeçar."
As conclusões apresentadas pelos espíritas, conclamam que o ser reencarnado atende sua consciência no cumprimento do bem, por isso, aceita as dores de sua existência sem se entregar a elas, traçando um foco para o avanço moral / intelectual, entendendo que tudo faz parte de um planejamento que pode e deve ser melhorado por sua atitude.
O Espírito de Verdade, responsável pela organização da obra O Livro dos Espíritos, em uma mensagem nesta mesma obra, ressalta a importância de refletir sobre a reencarnação e seus benefícios: “O Homem não pode permanecer perpetuamente na ignorância, porque deve chegar ao fim determinado pela providência; ele se esclarece pela própria força das circunstâncias. As revoluções morais, como as revoluções sociais, se infiltram pouco a pouco nas ideias, germinam ao longo dos séculos e depois explodem subitamente, fazendo ruir os edifícios carcomidos do passado, que não se encontra mais de acordo com as necessidades novas e as novas aspirações". Espírito de Verdade – Livro dos Espíritos
O Espiritismo afirma que somos alunos da vida e que sempre haverá algo para aprender, conceitos a reaprender, informações a adquirir. Ressalta que estamos relacionados à lei do amor, transformando no presente, o passado de equívocos, em um futuro promissor de virtudes e conquistas, por meio das sucessivas existências que tivemos e que ainda teremos na aquisição da evolução do espírito.
Fonte: O Livro dos Espíritos por Allan Kardec
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Receita contra o egoísmo

Procure esquecer o lado escuro da personalidade do próximo.
Aprenda a ouvir com calma os longos apontamentos do seu irmão, sem o impulso de interromper-lhe a palavra.
Olvide a ilusão de que seus parentes são as melhores pessoas do mundo e de que a sua casa deve merecer privilégios especiais.
Não dispute a paternidade das idéias proveitosas, ainda mesmo que hajam atravessado o seu pensamento, de vez que a autoria de todos os serviços de elevação pertencem, em seus alicerces, a Jesus, nosso Mestre e Senhor.
Não cultive referências à sua própria pessoa, para que a vaidade não faça ninho em seu coração.
Escute com serenidade e silêncio as observações ásperas ou amargas dos seus superiores hierárquicos e auxilie, com calma e bondade, aos companheiros ou subalternos, quando estiverem tocados pela nuvem da perturbação.
Receba com carinho as pessoas neurastênicas ou desarvoradas, vacinando o seu fígado e a sua cabeça contra a intemperança mental.
Abandone a toda espécie de crítica, compreendendo que você poderia estar no banco da reprovação.
Habitue-se a respeitar as criaturas que adotem pontos de vista diferentes dos seus e que elegeram um gênero de felicidade diversa da sua, para viverem na Terra com o necessário equilíbrio.
Honre a caridade em sua própria casa, ajudando, em primeiro lugar, aos seus próprios familiares, através do rigoroso desempenho de suas obrigações, para que você esteja realmente habilitado a servir ao Mundo e à Humanidade, hoje e sempre.
André Luiz
(Do livro “Marcas do Caminho”, Francisco Cândido Xavier)
quarta-feira, 25 de abril de 2012
ANENCEFALIA - Joanna de Angelis
Nada no Universo ocorre como fenômeno caótico, resultado de alguma desordem que nele predomine. O que parece casual, destrutivo, é sempre efeito de uma programação transcendente, que objetiva a ordem, a harmonia.
De igual maneira, nos destinos humanos sempre vige a Lei de Causa e Efeito, como responsável legítima por todas as ocorrências, por mais diversificadas apresentem-se.
O Espírito progride através das experiências que lhe facultam desenvolver o conhecimento intelectual enquanto lapida as impurezas morais primitivas, transformando-as em emoções relevantes e libertadoras.
Agindo sob o impacto das tendências que nele jazem, fruto que são de vivências anteriores, elabora, inconscientemente, o programa a que se deve submeter na sucessão do tempo futuro.
Harmonia emocional, equilíbrio mental, saúde orgânica ou o seu inverso, em forma de transtornos de vária denominação, fazem-se ocorrência natural dessa elaborada e transata proposta evolutiva.
Todos experimentam, inevitavelmente, as consequências dos seus pensamentos, que são responsáveis pelas suas manifestações verbais e realizações exteriores.
Sentindo, intimamente, a presença de Deus, a convivência social e as imposições educacionais, criam condicionamentos que, infelizmente, em incontáveis indivíduos dão lugar às dúvidas atrozes em torno da sua origem espiritual, da sua imortalidade.
Mesmo quando se vincula a alguma doutrina religiosa, com as exceções compreensíveis, o comportamento moral permanece materialista, utilitarista, atado às paixões defluentes do egotismo.
Não fosse assim, e decerto, muitos benefícios adviriam da convicção espiritual, que sempre define as condutas saudáveis, por constituírem motivos de elevação, defluentes do dever e da razão.
Na falta desse equilíbrio, adota-se atitude de rebeldia, quando não se encontra satisfeito com a sucessão dos acontecimentos tidos como frustrantes, perturbadores, infelizes...
Desequipado de conteúdos superiores que proporcionam a autoconfiança, o otimismo, a esperança, essa revolta, estimulada pelo primarismo que ainda jaz no ser, trabalhando em favor do egoísmo, sempre transfere a responsabilidade dos sofrimentos, dos insucessos momentâneos aos outros, às circunstâncias ditas aziagas, que consideram injustas e, dominados pelo desespero fogem através de mecanismos derrotistas e infelizes que mais o degrada, entre os quais o nefando suicídio.
Na imensa gama de instrumentos utilizados para o autocídio, o que é praticado por armas de fogo ou mediante quedas espetaculares de edifícios, de abismos, desarticula o cérebro físico e praticamente o aniquila...
Não ficariam aí, porém, os danos perpetrados, alcançando os delicados tecidos do corpo perispiritual, que se encarregará de compor os futuros aparelhos materiais para o prosseguimento da jornada de evolução.
É inevitável o renascimento daquele que assim buscou a extinção da vida, portando degenerescências físicas e mentais, particularmente a anencefalia.
Muitos desses assim considerados, no entanto, não são totalmente destituídos do órgão cerebral.
Há, desse modo, anencéfalos e anencéfalos.
Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao sistema nervoso central…
Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual.
Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos considerados normais pelo conhecimento genético atual...
Não se tratam de coisas conduzidas interiormente pela mulher, mas de filhos, que não puderam concluir a formação orgânica total, pois que são resultado da concepção, da união do espermatozoide com o óvulo.
Faltou na gestante o ácido fólico, que se tornou responsável pela ocorrência terrível.
Sucede, porém, que a genitora igualmente não é vítima de injustiça divina ou da espúria Lei do Acaso, pois que foi corresponsável pelo suicídio daquele Espírito que agora a busca para juntos conseguirem o inadiável processo de reparação do crime, de recuperação da paz e do equilíbrio antes destruído.
Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo, facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para a legitimação de todas as formas cruéis de abortamento.
... E quando a humanidade mata o feto, prepara-se para outros hediondos crimes que a cultura, a ética e a civilização já deveriam haver eliminado no vasto processo de crescimento intelecto-moral.
Todos os recentes governos ditatoriais e arbitrários iniciaram as suas dominações extravagantes e terríveis, tornando o aborto legal e culminando, na sucessão do tempo, com os campos de extermínio de vidas sob o açodar dos mórbidos preconceitos de raça, de etnia, de religião, de política, de sociedade...
A morbidez atinge, desse modo, o clímax, quando a vida é desvalorizada e o ser humano torna-se descartável.
As loucuras eugênicas, em busca de seres humanos perfeitos, respondem por crueldades inimagináveis, desde as crianças que eram assassinadas quando nasciam com qualquer tipo de imperfeição, não servindo para as guerras, na cultura espartana, como as que ainda são atiradas aos rios, por portarem deficiências, para morrer por afogamento, em algumas tribos primitivas.
Qual, porém, a diferença entre a atitude da civilização grega e o primarismo selvagem desses clãs e a moderna conduta em relação ao anencéfalo?
O processo de evolução, no entanto, é inevitável, e os criminosos legais de hoje, recomeçarão, no futuro, em novas experiências reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo através do sofrimento a respeitar a vida…
Compadece-te e ama o filhinho que se encontra no teu ventre, suplicando-te sem palavras a oportunidade de redimir-se.
Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal, apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?
Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se alega no caso da anencefalia.
Aprende a viver dignamente agora, para que o teu seja um amanhã de bênçãos e de felicidade.
Joanna de Ângelis
Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica da noite de 11 de abril de 2012, quando o Supremo Tribunal de Justiça, estudava a questão do aborto do anencéfalo, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia
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